terça-feira, 22 de janeiro de 2013

A primeira convocação de Felipão

O Brasil está novamente em boas mãos. Luiz Felipe Scolari convocou nesta terça-feira (22) a seleção brasileira que inicia os preparativos para a Copa das Confederações e, posteriormente, a Copa do Mundo. Mesmo segundo apenas a primeira lista para um amistoso contra a Inglaterra, já é possível observar mudanças importantes na mentalidade que a equipe jogará. O fim da "era Mano Menezes" tem tudo para ser benéfico para o Brasil.

A maior novidade foi sem dúvida o retorno do goleiro Julio Cesar. Por mais que o camisa 1 esteja atuando no QPR, lanterna do Campeonato Inglês, o jogador é de confiança do treinador e conhece bem o primeiro adversário. Mesmo que não venha a ser titular na Copa, pode integrar o grupo e ajudar com a experiência. Já Ronaldinho Gaúcho terá que voltar a mostrar um futebol em bom nível. O técnico está de olho e só vai mantê-lo no elenco se agradar dentro de campo.

Outra boa aposta foi no lateral-esquerdo Filipe Luís, do Atlético de Madrid. O atleta pode ser uma nova opção a Marcelo, lesionado. Vai brigar pela vaga na reserva com Adriano, do Barcelona. Na zaga, uma surpresa: o ainda desconhecido Dante, eleito o melhor zagueiro do Campeonato Alemão no primeiro turno, pelo Bayern de Munique.

Além disso, o Brasil finalmente vai voltar a atuar com um centro-avante típico, fator tradicional abandonado por Mano. As lembranças de Fred e Luis Fabiano agradam bastante, ainda tendo Leandro Damião como uma futura opção a um dos dois. Ao lado de Neymar, a tendência é que os gols apareçam. Hulk, o outro lembrado, está no grupo pela característica. Não existe outro atleta brasileiro com o mesmo estilo e porte físico.

Em síntese, Felipão e Parreira têm tudo para brilhar e ajuda a seleção a voltar a disputar jogos com as grandes seleções de igual para igual. A vitória na Copa do Mundo de 2014, principal objetivo, ainda é uma incógnita, entretanto, torcida não vai faltar. Vamos, Brasil!

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

O fenômeno chamado Lionel Messi

Quatro vezes seguida o melhor jogador do mundo. Alguém poderia imaginar que um dia um atleta conseguiria este feito no futebol masculino? E Lionel Messi conseguiu. Mesmo em uma rivalidade intensa com a Argentina, os brasileiros têm que se render ao talento do meia-atacante do Barcelona.

É bem verdade que a genética não ajudou Messi. Também é fato que, dificilmente, ele atingiria esse patamar se não fosse o altíssimo investimento do clube Catalão, que financiou diversos tratamentos físicos e hormonais no franzino menino.

Por outro lado, a habilidade fora de série de Lionel vem mesmo de berço. Afinal de contas, por mais que a tecnologia, a preparação física e a medicina esportiva proporcionem verdadeiros ganhos de rendimento, para fazer o que esse argentino faz, é preciso o toque especial de talento.

Se Messi vai ser o melhor do mundo pela quinta ou décima vez seguida, é impossível afirmar, uma vez que a rotatividade é intensa no futebol. Entretanto, se trilhar o mesmo caminho de gênios do esporte, que optaram por uma aposentadoria prematura, como o nadador Michael Phelps, o argentino já vai ter entrado para a história.