domingo, 16 de dezembro de 2012

Com um toque de mestre de Tite, Corinthians é bicampeão mundial

Getty Images
Há muito tempo um time brasileiro não conquistava um campeonato mundial com tanta autoridade. A vitória do Corinthians por 1 a 0 sobre o Chelsea, neste domingo (16), foi possível graças a um conjunto de acertos, liderado pela forma extremamente inteligente com que o técnico Tite montou a equipe. O pobre do clube inglês, praticamente desmoronado depois da sequência trágica de resultados, volta ao país de origem arrasado e sem técnico.

Sem menosprezar o adversário, mas, consciente de que poderia vencer o duelo, Tite optou por um esquema de jogo diferenciado. Com uma linha defensiva consistente, a saída para o jogo era possível graças a jogadores rápidos nas pontas e dois volantes que sabem fazer a ligação com o setor ofensivo. Dessa forma, o clube paulista praticamente anulou os ingleses.

Pelo lado do Chelsea, ficou claro que o time hoje voltou ao status de médio porte na Europa. Aquele esboço campeão da Champions League na última temporada não existe mais. Além disso, o espanhol Rafa Benítez - eterno freguês do Brasil -, errou feio ao barrar Oscar, o cérebro do meio de campo, para lançar um nigeriano genérico do Drogba. A diferença para o atleta de Costa do Marfim, entretanto, é que Moses não joga absolutamente nada.

Por fim, vale ressaltar a capacidade finalizadora do peruano Paolo Guerrero. O jogador chegou para ocupar o posto de titular absoluto. Agora, ele escreve o nome ao lado de Mineiro e Adriano Gabiru, autores dos gols que deram os títulos mundiais ao São Paulo e ao Internacional, em cima de Liverpool e Barcelona.

Comemora, Corinthians! Hoje, o Brasil é um "bando de loucos"!

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Saída de Fernando Prass é o menor dos problemas do Vasco

Divulgação
O torcedor vascaíno ficou surpreso com a saída do goleiro Fernando Prass. Não pela rescisão de contrato, mas da forma com que tudo aconteceu, com o recurso da Justiça. Embora tenha feito boas partidas com a camisa do clube, principalmente na campanha pelo título da Copa do Brasil de 2010, a última temporada acabou sendo irregular. Dessa forma, o problema do gol é o menor da série que tem o Vasco.

O reserva imediato de Prass, Alessandro, é bastante promissor. É bem verdade que ele jogou muito pouco, entretanto, quando teve chance, correspondeu bem. Se o clube não for contratar alguém de peso para a posição, como Helton ou Dida, é melhor ficar com o antigo reserva mesmo.

Enquanto isso, o Gigante da Colina pede socorro em todas as outras posições. Sem laterais de qualidade e com apenas Dedé na zaga, falta dinheiro e sobra necessidade de reforço. O meio de campo também não possui jogadores de criação, uma vez que Carlos Alberto há muito tempo não rende. Isso sem falar do ataque, que vê o equatoriano Tenório solitário - assim mesmo, quando não está no departamento médico.

Em síntese, a saída de Prass não é o fim do mundo. Dificuldade maior vai acontecer se o clube resolver apostar em um reserva de time brasileiro para chegar com status de titular. Na pior das hipóteses, que deixe o Alessandro assumir a camisa 1.